De fato, não seguimos fábulas engenhosamente inventadas, quando lhes falamos a respeito do poder e da vinda de nosso Senhor Jesus Cristo; pelo contrário, nós fomos testemunhas oculares da sua majestade. 2 Pedro 1:16

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Ocaso

Depois de um punhado de semanas sem escrever nada, volto aqui para postar o resultado de minha última pregação na igreja -dedicada ao dia dos pais. Não tenho perspectivas de voltar a escrever aqui logo, pois estou estudando ciências biológicas, trabalhando e auxiliando na igreja. Que esse breve momento de estudo seja bem aproveitado!
Ocaso: o mesmo que crepúsculo, é o momento em que o sol se põe no horizonte. Nosso mundo parece estar vivendo o seu "ocaso", descendo para as entranhas de trevas terrificantes, prontas para dilacerar toda a beleza, a ordem, a vida. Caos climático? Esse é apenas uma fração mínima do problema. Idéias e militâncias humanas? Sem dúvida... talvez 90% de todos os problemas que estamos criando e, assim, arquitetando a imensa forca que se levanta no horizonte, tenham origem nos pensamentos e atitudes de nossa humanidade atual, conforme luta contra as tradições dos antigos, selecionadas, preservadas e lapidadas  pelo tempo devido a sua utilidade no prolongamento da vida. A luta contra aquilo que foi inserido em nós pelo próprio Criador, que foi mantido pela necessidade instintiva e intencional de sobrevivência e contra os fundamentos cristãos de conduta -que são os mesmos inseridos pelo Criador e, por conseqüência, aqueles que por instinto e intenção de sobrevivência tendemos a seguir-, certamente resultará num caos total, seja através de uma anarquia selvática e bestial, seja através do levante de algum regime tirânico advindo da mente egoísta e imoral de um humano típico crescido e formado nesse ambiente consumista e egocêntrico. Segue um estudo que fiz sobre a importância da figura do homem e do pai, com base na Bíblia, na ciência e nas estatísticas -na verdade a Bíblia concordou totalmente com toda a evidência científica, o que já era de se esperar-, figura essa que está sendo destituída de seu posto original, o que, juntamente com outros fatores, tem levado o mundo ao colapso. Preste atenção em cada evidência, em cada tópico, e faça todas as associações possíveis, entendendo que tudo se trata de uma verdadeira rede, pois uma coisa leva a outra e um ponto tocado abala toda a estrutura. O equilíbrio em nosso mundo é extremamente delicado e a vida como a conhecemos pode ser ameaçada por qualquer variação na perfeição estabelecida - com a humanidade, em termos morais e hierárquicos, não poderia ser diferente!
Obs: talvez você não concorde ou não se interesse pelo que será apresentado inicialmente, tratando-se de versículos bíblicos, mas te exorto a continuar a leitura, para se deparar com os dados estatísticos, com a ciência e toda a evidência que comprova a validade do aspecto teológico desse estudo - a Bíblia é, de fato, científica, verdadeira! Não desista logo, leia até o final - dedique alguns minutos de tua vida para, quem sabe, crescer, mudar... melhorar!

Natanael Castoldi

Homem e pai: uma missão vital

1-Aspectos teológicos

-O primeiro criado:
-O primeiro responsável pela Criação:
-O responsável pela mulher:
-O responsável pela família:
-O líder espiritual do lar:
Origem, responsabilidade sobre a Criação e sobre a mulher:

-E formou o SENHOR Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente.  Gênesis 2:7
-E tomou o SENHOR Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e o guardar.  Gênesis 2:15
-Porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o salvador do corpo. Efésios 5:23

Responsabilidade sobre a família e a vida espiritual:

-No suor do teu rosto comerás o teu pão, até que te tornes à terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó e em pó te tornarás.  Gênesis 3:19
-Aquele que for irrepreensível, marido de uma mulher, que tenha filhos fiéis, que não possam ser acusados de dissolução nem são desobedientes.  Tito 1:6
Funções do homem e da mulher:

Homem:

*Sustento –se possível:
*Proteção:
*Liderança:
Efésios 5:23 e 6:1-2.

Mulher:
*Maternidade:
*Auxílio material, psicológico e espiritual: Gênesis 2:18; Provérbios 31:28; 1 Pedro 3:1-2.
-Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela. Efésios 5:25 – Proteção.

-Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa  Efésios 6:1-2 – Liderança no lar.

-E à mulher disse: Multiplicarei grandemente a tua dor, e a tua conceição; com dor darás à luz filhos; e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará.  Gênesis 3:16 – Maternidade.

-E disse o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele. Gênesis 2:18 – Auxílio da mulher.

-Levantam-se seus filhos e chamam-na bem-aventurada; seu marido também, e ele a louva.  Provérbios 31:28 – Auxílio psicológico.

-Semelhantemente vós, mulheres, sede submissas a vossos maridos; para que também, se alguns deles não obedecem à palavra, sejam ganhos sem palavra pelo procedimento de suas mulheres, considerando o vosso procedimento casto e com temor. 1 Pedro 3:1-2 – Auxílio espiritual.
2-Aspectos estatísticos e científicos - lembrando que sempre há exceções

Um exemplo da liderança masculina:

George Barna: quando uma criança vai primeiro para a igreja, em 2% dos casos a família a acompanha; quando a mulher vai para a igreja, em 17% dos casos a família a acompanha; quando o homem vai para a igreja, em 93% dos casos a família o acompanha.
*Em termos de conversão.
Fonte: http://pt.scribd.com/doc/52423038/A-IMPORTANCIA-DO-MINISTERIO-COM-HOMENS-NAS-IGREJAS-EVANGELICAS-FINAL
Evidência arqueológica:
Nunca foi encontrado em toda a história nenhum registro arqueológico que aponte para a existência de uma sociedade matriarcal.

2b-Uma das maiores e piores mentiras de nossos dias:

“Homens e mulheres são absolutamente iguais e podem desempenhar com a mesma excelência os mesmos papéis”. - Iguais em VALOR, mas diferentes física, psicológica e hierarquicamente! 1 Coríntios 11:11.

Se você fosse construir e mobiliar uma casa e tivesse um bom pedreiro e um bom carpinteiro, colocaria o carpinteiro para levantar paredes e o pedreiro para confeccionar os móveis? Logicamente não. Da mesma forma, homens e mulheres são excelentes em funções diferentes.
Precisamos aceitar essas diferenças, não ignorá-las, para usufruir o máximo possível das qualidades especiais de cada um!
Alguns exemplos:

-Em situações de perigo ou dor, o cérebro masculino se enche de sangue, permanecendo ativo; o feminino perde sangue, quase que paralisando. Numa situação de risco o homem se sai melhor; a mulher sente menos dor e está apta para ter filhos.
-O cérebro masculino: área maior voltada para a razão –uma coisa por vez-; feminino: maior espaço destinado para a emoção – além disso é multitarefa. O homem consegue ficar mais tempo fazendo uma coisa só; a mulher percebe alguns detalhes “invisíveis” para os homens. Diz-se que o cérebro masculino em termos de pensamento e memória, atua como se estivesse dividido em vários setores, gavetas, e o homem, ao pensar sobre algo, abre uma única dessas gavetas e se detém quase que exclusivamente no tema específico -praticamente esquecendo de todo o resto e do mundo que o cerca-, enquanto o cérebro feminino estaria mais para uma teia: se tocamos num ponto, todos os demais são, de alguma forma, ativados.
-Homem = 50% mais força bruta que a mulher.
-Quando bebê, a menina tende a fixar o olhar na pessoa que a cuida, demonstrando a maior necessidade da mulher em firmar laços afetivos. O bebê menino, porém, tende a observar todo o ambiente que o cerca, evidenciando a natureza mais aventureira do homem.
-Nas décadas de 70 e 80, nos EUA, alguns pais deram bonecas pra meninos e caminhõezinhos pra meninas: os meninos mutilaram as bonecas e as fizeram de arma e as meninas usaram as carrocerias dos caminhões como camas para suas bonecas. 

A atual cultura “unissex”, com um tratamento quase que homogêneo com meninos e meninas (“liberdade de opção sexual”), é antinatural e, por isso, extremamente prejudicial. (A Bíblia e a divisão de gêneros: Gênesis 1:27; Levítico 18:22; Deuteronômio 22:5).
-As crianças de hoje são 50% mais fracas do que eram em 1998, o que é fruto da educação feminilizada de nossos dias -tudo é perigoso: se sujar, brincar com madeira ou ferro, correr, subir em árvores, analisar insetos...
Tratar os dois sexos da mesma forma e com os mesmos mecanismos e ferramentas é desastroso para todos: tanto para os indivíduos afetados diretamente, quanto para a sociedade, que perde o privilégio de aproveitar os pontos altos do homem e os pontos altos da mulher. Fonte: As 12 Maiores Mentiras.

3-A importância da figura paterna

3b-O pai para o filho homem:

-Qualquer menino precisa ter uma figura masculina adulta para se espelhar.
-A segurança da figura masculina inibe o menino de procurar obter sua própria segurança através da violência e influência de rapazes mais velhos (“pais substitutos”).
-A aceitação do pai transmite segurança e valor ao homem em formação, inibindo envolvimento com coisas e pessoas ruins –”chamar a atenção”- ou com meninas –”provar algo ao pai”. Ele “amadurece” antes para substituir o pai ausente.
-Para o filho, ter atividades com seu pai *, além de fazê-lo sentir-se orgulhoso, ajuda a formar seu caráter e a sua masculinidade. *Me lembro de quando ia pescar com meu pai, ou quando fui com ele, aos três anos, analisar a casa que iríamos alugar -me senti muio adulto! Andar de cavalo, vê-lo caçando... tudo isso me traz ótimas lembranças! Nutriu em mim um grande senso de valor e masculinidade - na infância sempre almejei ser um homem como meu pai, vestindo-me como um guerreiro com uma capa, suas botas e uma espada de madeira -além de um bigode falso-, noutras vezes me fazia passar por pai de família ou, ainda, pastor.
-A correção física do pai no filho –o olhar firme e a vara-, ajuda a moldar e construir um homem verdadeiro, que precisa experimentar, volta e meia, essa dureza corretiva. E como a correção que meu pai me proporcionou foi útil! Lhe agradeço até hoje por ter me lapidado e fortalecido pela disciplina!
-Uma das maiores causas do homossexualismo é a ausência do pai, com crianças sendo criadas por mães solteiras ou pelos avós.
-Como hoje tudo é relativo, não me basta dizer que o homossexualismo se origina também de casas sem pai -não é genético-, preciso deixar claro que se trata de algo que não faz bem, por isso segue uma estatística -logo mais outras virão: segundo estudos do professor da Universidade do Texas, Mark Regnerus,  EUA, apenas 2% das crianças de casais heterossexuais sofreram algum tipo de abuso na infância, enquanto 23% dos filhos de homossexuais passaram por isso. 2% das crianças dos EUA estiveram algum tempo em abrigos, mas 14% dos filhos de homossexuais estiveram nessa situação. Fonte: *Criacionismo.com.br, 17/06/12.

-Irving Bieber e outros setenta psiquiatras e psicólogos realizaram, partindo de 1952, um estudo de dez anos sobre as causas do homossexualismo. Veja o resultado que obtiveram ao analisar 106 homens homossexuais:
“Bieber e sua equipe descobriram que todos eles (sem exceção) tiveram um pai emocionalmente ausente ou não tiveram um pai durante toda a sua educação. Nenhum deles se sentiu perto de seu pai.”
-63 deles (59%) disseram que odiavam seu pai.
-Mark Ragnerus, ao analisar 15.088 pessoas, 175 criadas por lésbicas, notou que apenas 57% passaram mais de 3 meses com elas e somente 23% mais de 3 anos. Instabilidade, inconstância, frieza.
Fonte: http://www.emaso.com/pt-portuguese/pt-3-right/pt-3-1-presentation.htm

*Não quero generalizar e, nem de perto, desvalorizo as pessoas -pelo contrário, todos têm o mesmo valor e o mesmo direito-, mas não posso concordar com determinados comportamentos, principalmente quando vejo que, apesar das exceções, tais não são benéficos para o indivíduo e nem para a sociedade -começando pela origem da questão, no caso do homossexualismo: resultado, quase que sempre, de abuso ou ausência -o fruto de uma deficiência, desconfiguração, não há de ser saudável.

3c-Para a menina:

-A mulher naturalmente precisa da segurança de um homem. Quando o pai está ausente –sem presença ou amor-, a filha vai procurar um substituto, um rapaz mais velho que lhe transmita segurança, o que é perigoso.
-Na ausência do pai, a menina começa a produzir mais hormônios e se torna precoce, procurando, de alguma forma, atrair sexualmente alguém. Então vemos meninas sendo abusadas por homens mais velhos, sendo influenciadas por más companhias, engravidando na adolescência, contraíndo DSTs...
-Gravidez na adolescência: criança filha de mãe solteira, de pais imaturos ou dos avós.
-Maior probabilidade de se ter filhos efeminados ou homossexuais.
-”Os casos de AIDS aumentam violentamente entre homossexuais e bissexuais...” 02/04/08, Liberdade de Expressão.
-Segundo dados do Los Angeles Time, 25-26 de Agosto de 1985, homossexuais têm entre 14.7 e 29.4 vezes mais chances de se tornarem pedófilos.
-O homossexual tem cerca de 50 parceiros na vida. (Bíblia em prol da heterossexualidade: Romanos 1:26-27).
Menino com pai ausente:
-Pode se tornar homossexual por não ter o exemplo visível de um bom relacionamento heterossexual.
-Por odiar seu pai.
-Por ter sido criado pela mãe de modo feminino, ou pelos avós.

Menina com pai ausente:
-Pode se tornar homossexual por odiar seu pai.
-Por ver que a sua mãe não precisa de homem algum.
-Influência do pensamento feminista.

A ausência do pai também pode produzir casamentos desastrosos, divórcios e filhos de pais separados –”solteiros”.

3d-Problema em meninos e meninas:

-A pediatra Melissa Wake, da Austrália, realizou uma pesquisa com quase 5 mil crianças entre 4 e 5 anos. Ela descobriu que a incidência de sobrepeso e obesidade em crianças na idade pré-escolar tem relação direta com a negligência dos pais -homens. As crianças, sem os pais, ficam inseguras e ansiosas e, por isso, tendem a comer mais.
-Obesidade = problemas físicos e psicológicos – o famoso “bulling”. Traumas que podem ser levados pela vida toda.
4-Parênteses:

-Understanding Society: ao analisar cerca de 14 mil famílias inglesas, foi determinado que crianças que vivem com os pais biológicos são mais felizes. Três refeições em família por semana já fazem uma enorme diferença.
-Mark Ragnerus, Un. Do Texas: 3 mil adultos-jovens foram analisados em 40 categorias. Pessoas criadas por lésbicas tiveram 24 categorias consideradas negativas e as criadas por gays, 19.
-Com base em dois estudos da Population Association of America, que analisou 130 mil adultos, verificou-se que casais com filhos são mais felizes.
-Outro estudo, da Universidade da Califórnia, afirma que mulheres que tiveram quatro ou mais filhos têm menos chances de morrer de problemas cardíacos, devido a benefícios que a gestação traz ao coração. Foram analisadas 1.300 mulheres.
-Uma pesquisa feita por cientistas de Glasgow, Reino Unido, comprovou que ter filhos torna o casal mais feliz... Quanto mais, melhor! (A Bíblia e o estímulo à natalidade: Salmos 127:3-5).
-Um estudo encomendado pelo Instituto Kinsey de Sexualidade Humana, EUA, que analisou 1009 casais heterossexuais dos EUA, Japão, Alemanha, Brasil e Espanha, entrevistando homens entre 40 e 70 anos e mulheres entre 25 e 76, casados há pelo menos um ano -90% com filhos-, verificou que homens e mulheres se dizem mais satisfeitos -emocional e sexualmente- com casamentos longos e estáveis. Homens que tiveram muitas mulheres, dizem-se menos felizes. (A Bíblia e o casamento heterossexual, duradouro e monogâmico: Gênesis 2:23-25; 1 Timóteo 3:12; Marcos 10:6-9).
-Outro estudo, divulgado pela Journal of Family Psychology, da Associação Americana e Psicologia, confirmou que casais que tiveram relações sexuais somente depois do casamento são mais felizes. 22% notas mais altas em estabilidade, 20% notas mais altas em satisfação, 15% em qualidade da vida sexual e 12% em comunicação do que nos casais que não esperaram. (A Bíblia e a relação sexual depois do casamento: Marcos 10:7-8 - primeiro o homem sairá da casa dos pais, então unir-se-á a sua mulher e, somente depois disso, tornar-se-á uma só carne com ela, o que se entende por relação sexual).
-Um estudo realizado na Universidade de Illinois, com base em dados da Gallup World Poll, feito entre 2005 e 2009 e em 150 países, concluiu que pessoas religiosas são mais felizes -68% consideraram a religião como a parte mais importante de suas vidas. (A Bíblia e o culto a Deus: Mateus 22:37).
-Uma outra pesquisa, desenvolvida pelos professores Andrew Clark e Orsolya Lelkes, apresentado na conferência anual da Royal Economic Society, Reino Unido, concluiu que os crentes são mais felizes e lidam melhor com problemas, e que, quanto mais oram e vão a igreja, mais felizes são. (A Bíblia e a vida dedicada a Deus: Filipenses 1:21).
-Um terceiro estudo, realizado pela Universidade da Colúmbia Britânica, Canadá, ao analisar 320 crianças e os motivos de sua felicidade, verificou que a religiosidade foi responsável por 27% do desnível entre as crianças felizes e infelizes. (A Bíblia e a orientação religiosa nas crianças: Provérbios 22:6).
-Uma pesquisa realizada pelo Pew Forum on Religion & Public Life, Estados Unidos, revelou que 70% das pessoas que são criadas com ensinos ateus se convertem ao longo da vida. Os dados foram divulgados pela Arquidiocese de Washington  da Igreja Católica. Foram ouvidos 1.387 ateus – 432 disseram ter nascido em lares ateístas e apenas 131 continuaram se identificando como ateus na vida adulta. (A Bíblia e a incerteza da incredulidade: 2 Timóteo 4:3). Fonte: http://terrasantaviagens.blogspot.com.br/2012/07/maioria-dos-filhos-de-ateus-mudam-de.html

Conservadores são mais felizes:
-Com base em dados do Pew Research Center, divulgados em 2006, os cidadãos politicamente conservadores têm 68% mais chances de se dizerem “muito felizes” do que os liberais – seu estilo de vida influencia: são casados, possuem filhos e são religiosos. A classe social, os bens materiais ou a região em que vivem não influenciaram nesse desnível.
-General Social Survey, de 2004, 53% dos conservadores são casados, enquanto 33% dos liberais o são.
-Se duas pessoas moram no mesmo local, mas uma é casada e a outra não, a casada tem 18% mais chances de se dizer “muito feliz” do que a não casada.
-Segundo a Social Capital Community Benchmark Survey, os participantes religiosos têm quase duas vezes mais probabilidades de se dizerem “muito felizes” do que os seculares (43% contra 23%).
-52% dos cidadãos politicamente conservadores, casados (com filhos) e religiosos, são “muito felizes” - em comparação com apenas 14% dos liberais seculares, que geralmente são solteiros e não possuem filhos.  (A Bíblia e a conduta moral dentro dos moldes da vontade de Deus: Salmos 1:1-2)
Fonte: http://www.criacionismo.com.br/2012/07/conservadores-sao-mais-felizes.html

Voltando...
5-Consequências da ausência do pai:

· 63% dos jovens que se matam vêm de famílias sem pai (U.S. D.H.H.S., Bureau of the Census).
· 90% de todos os meninos e meninas de rua (estamos falando dos Estados Unidos, não do Brasil) vêm de famílias sem pai.
· 85% de todas crianças com distúrbios do comportamento são originadas de famílias sem pai (Center for Diseases Control).
· 80% dos estupradores vêm de famílias sem pai (Criminal Justice and Behavior, Vol. 14, p. 403-26, 1978).
· 71% das crianças que abandonam a escola vêm de famílias sem pai (National Principals Association Report on the State of High Schools);
· 75% dos adolescentes atendidos nos Centros antidroga vem de casas sem pai (Rainbows for all God's Children);
· 80% dos jovens nos centros correcionais vêm de casas sem pai (U.S. Dept. of Justice, Special Report, Sept. 1988);
· 85% dos jovens presos cresceram em casas sem pai (Fulton Co. jail population, Texas Dept. of Corrections 1992).
· 69% das crianças abusadas sexualmente vivem em casas onde o pai não é presente.

6-A Morte do Homem
-Outrora os pais trabalhavam em casa, passavam muito tempo com os filhos e ensinavam, especialmente, os filhos homens a seguir na profissão deles.
-Com a Revolução Industrial os pais saíram de casa para ficar o dia todo na indústria. Pela noite estavam muito cansados para cuidar dos filhos.
-As mães e avós se tornaram quase que os educadores exclusivos.
-Em casa os meninos eram cuidados pela mãe e, na escola, orientados por professoras. Imergiram no universo feminino.
-Os homens começaram a morrer quando os pais se distanciaram dos meninos.
-O Movimento Feminista ajudou nesse processo de “castração”.
-O homem parece não estar disposto a competir com a mulher, talvez porque, com base em seu instinto protetor, não consiga se levantar contra ela. Foge pra “caverna”, o refúgio masculino de solidão diante de problemas, para onde todo o homem costuma ir volta e meia.
6b-Reflexos na igreja:
-Na Missão AMEM, dos 112missionários brasileiros em atividade, 63,4% são mulheres e apenas 36,6% são homens.
- Segundo Tony Evans, em 60% das famílias de baixa renda as mulheres assumem a condição de chefe da casa, nas escolas 83%dos professores são do sexo feminino.
-Segundo uma pesquisa feita junto as Igrejas metodistas pelo Sr. Antônio Batista Galvão Júnior, presidente da Federação de Homens Metodistas, 70% das igrejas não possuem uma sociedade de homens.
Fonte: http://pt.scribd.com/doc/52423038/A-IMPORTANCIA-DO-MINISTERIO-COM-HOMENS-NAS-IGREJAS-EVANGELICAS-FINAL

6c- Darrin Patrick: segundo estudos realizados atualmente nos Estados Unidos, 1/3 dos rapazes de 20 e 30 anos estão vivendo com os seus pais -um aumento de 100% nos últimos 20 anos; homens entre 18 e 42 anos mudarão de emprego 11 vezes; a média de idade dos usuários de vídeo game é de 35 anos; a cada segundo, em cada dia, U$ 3000 são gastos em pornografia*. O homem realmente está morrendo e sendo substituído por um eterno e instável adolescente, cercado de mulheres virtuais e mundos de fantasia.
6d- Alguns fatos sobre a indecência, vulgaridade e pornografia:
-Cérebro masculino vê mulher de biquíni como objeto, aponta estudo divulgado pela Folha Online no dia 17/02/2009: realizado nos Estados Unidos, o estudo contou com 21 homens estudantes de pós-graduação, e foi apresentado em Chicago durante a reunião da Sociedade Americana para o Avanço da Ciência (AAAS). "O experimento usou máquinas de ressonância magnética para mostrar que os circuitos cerebrais ativados nos homens durante a observação de um corpo feminino sensual desprovido de identidade são os mesmos que os permitem de reconhecer uma ferramenta, um objeto inanimado."
-O sacerdote muçulmano canadense, Al-Haashim Kamena Atangana, escreveu no Toronto Sun que o vestir indecente das mulheres é uma das causas do aumento dos casos de estupro no país, o que, de certo modo, tem relação com a notícia anterior.
-Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Groningen, Holanda, sugeriu que o assistir de filmes eróticos pode desligar parte do cérebro -a região do córtex visual primário, responsável por processar os estímulos visuais. De acordo com a Live Science, que conversou com Gert Holstege, um dos autores do estudo, enquanto na maioria das atividades que exigem a atenção visual a quantidade de sangue nessa região do cérebro aumenta, no caso específico da pornografia há uma diminuição. Há uma tendência maior de se perder a razão diante da vulgaridade e da pornografia, intensificando os riscos que circundam o vestir-se de modo indecente.
-A Comissária para a Infância no Reino Unido, Sue Berelowitz, afirma que não há cidade ou vila em que as crianças não estejam sendo vítimas de abuso sexual - uma em cada 20 crianças o é. "E o acesso precoce à pornografia na internet está na raiz dessa exploração: as crianças estão crescendo com uma visão totalmente deturpada do que é sexo e do que é um comportamento sexual normal. Alguns dos meninos que estavam envolvidos em atos de abuso sexual falaram que 'era como estar dentro de um filme pornô'. 'Eles viram coisas e depois repetiram o que viram. Definitivamente isso afetou os limites do que eles pensam ser normal', contou Berelowitz." A pornografia está fazendo com que as crianças achem o estupro algo normal  - e aumenta as chances de termos potencias estupradores no futuro. A vulgaridade na forma com que as mulheres estão se vestindo na rua auxilia nessa questão, tornando as crianças precoces, estimulando-as  a olhar pornografia e a ter a mulher como objeto (criacionismo.com.br, 15 de Junho e 2012).
-Um estudo realizado durante 5 anos pelo grupo "Project Respect", ao analisar 3500 estudantes de 26 diferentes escolas, concluiu que a educação sexual que se foca na abstinência reduz a gravidez juvenil. Os jovens foram estimulados a ler o livro que prega a abstinência sexual antes do casamento, “Sex Respect: The Option of True Sexual Freedom", e o resultado foi que a tacha de gravidez junto das jovens que participaram do estudo foi a metade da média nacional dos Estados Unidos (10%). Nesse período também cresceu em 20% o número de jovens que alegaram que seus desejos sexuais eram controláveis (darwinismo.wordpress.com, 23/08/2012).

7-A Morte do Mundo

Uma coincidência ou uma conseqüência da morte do homem? Veja e tire suas conclusões:

-Humanidade bissexual: Umberto Veronesi, médico e ex-ministro da Saúde, afirmou que a espécie humana deve caminhar para o bissexualismo. 
"O homem está perdendo suas características e tende a se transformar numa figura sexualmente ambígua, enquanto a mulher está se tornando mais masculina. Desta forma a sociedade evolui para um modelo único", afirmou Umberto Veronesi, que é oncologista. 
-Desde 1945 o homem perdeu 50% de sua fertilidade.
-Na última década, os números de divórcios bateram recordes atrás de recordes no Brasil, ano após ano. Segundo o IBGE, no ano passado foram registrados cerca de 188 mil divórcios no País, ou seja, para cada cinco casamentos há um divórcio. 
-Entre 1984 e 2007, o aumento no número de divórcios foi de 200%. Dos 188.098 pedidos de divorcio feitos no ano passado (Brasil), 71,7% partiram das mulheres. As mulheres não querem viver com caricaturas de homens e, ao mesmo tempo, influenciadas pelo movimento feminista, acham desnecessário, e até humilhante, respeitar e manter um relacionamento estável com eles.
-Atualmente os jovens iniciam a vida sexual com cerca de 15 anos.
-As barreiras entre o que é masculino e feminino estão se dissolvendo.
-Carmita Abdo, coordenadora do programa de estudos do sexo da USP, denominou de “geração flex” a atual, na qual meninos e meninas iniciam sua vida sexual com pessoas do mesmo sexo.

7b-Exemplo dos Estados Unidos:
Da década de 60, nos EUA, até hoje vemos a decadência. A Geração X, dos anos 60, viu seus pais se separando, o feminismo e o homossexualismo crescendo e encabeçou a Revolução Sexual.
->Crianças sem pai: +300%
->índice de divórcios: +200%
->Crimes violentos: +560%
->Gravidez entre adolescentes: +500%
->Suicídios: +25%
->Aborto: 36 milhões. Obs: 50% dos casais que abortam, se divorciam logo depois.
->Nascimentos ilegítimos: +500%
->Casamentos heterossexuais: -33%
->Uniões homossexuais: +300%
->Assassinatos: +300%
->Pobreza: +4,3% -> 15,4% 
->Média nas universidades: -75%
Fonte: DVD Rafael Juliano, O Dilúvio.

Deveríamos, definitivamente, discutir menos sobre opiniões e mais sobre evidências! Os resultados do pensamento atual são visivelmente vis! E quem, no caso desenvolvido, é o culpado? O homem, por estar, voluntariamente, abrindo mão de sua masculinidade, de sua natureza? A mulher, que tem tentado castrar o homem?! Ambos. Homens: precisamos reagir, por amor a nós mesmos e por amor a humanidade! Mulheres: chega de extremismo, o ideal é um equilíbrio que mescle numa mesma medida a razão masculina e a doçura emotiva típica da mentalidade feminina! Deixe o homem ser homem e permita-se ser totalmente feminina! Nossas crianças agradecem, nosso mundo agradece! O que mais fazer? Além de nos reeducarmos, precisamos influenciar e orientar corretamente os pequenos que, segundo o que vimos, serão mais estáveis e felizes se vierem de famílias nos moldes tradicionais -pai e mãe com papéis diferentes-, tiverem a presença constante dos pais biológicos -de ambos-, se forem disciplinadas, se forem orientadas a desenvolver um comportamento condizente com o seu sexo -divisão de gênero e heterossexualismo-, se tiverem limites morais -conservadorismo-, se forem educadas para uma sexualidade saudável -iniciar vida sexual depois do casamento, construir um casamento duradouro, não se envolver sexualmente com muitas pessoas- e, por fim, tiverem alguma crença religiosa -quando entendemos que todos esses aspectos essenciais para a felicidade encontram-se na Bíblia, também concebemos qual das religiões existentes é a verdadeira. Lembre-se: casar e ter uma religião está dentro da receita para se viver até os 100 anos! Portanto, pelo bem da humanidade, nos comportemos, sejamos exemplares e tentemos influenciar positivamente as novas gerações -isso sem levar em conta as nossas opiniões particulares, as nossas vontades e vaidades, mas, sim, apenas e exclusivamente, vislumbrando a aceitando o bem comum e a evidência científica - que felizmente é bíblica.
Natanael Castoldi

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quarta-feira, 6 de junho de 2012

Mistério

Outro dia escrevi um pequeno bloco de folhas para complementar um dos livros que imprimi e, pensando no conteúdo dessas páginas, achei bem relevante publicá-las aqui, para servir de auxílio aos que mais se preocupam com as questões de arqueologia bíblica, principalmente no que se refere ao Princípio. Não releve os erros de gramática ou concordância e espero que o conteúdo seja útil... de qualquer forma, essa postagem quebra o grande jejum de postagens em que o blog se encontra.
"Dia Literal" ou "Dia Era"? Gênesis 1 trabalha com "sete dias" de Criação da parte de Deus, sendo o último, apenas descanso. Muitos cristãos se dividem em opiniões acerca da literalidade desse texto: aquilo que Deus criou está em ordem correta, mas os "dias" são o que concebemos costumeiramente, 24 horas, ou longos períodos? Uma pista está em Gênesis 1:27: na canção poética o homem e a mulher aparecem como tendo sido criados no mesmo "dia", mas no capítulo 2 de Gênesis não vemos o mesmo: o homem foi criado do pó da terra antes da mulher e, passado um tempo, depois de Adão ter nomeado os animais do Éden e começado a sentir solidão, Deus criou-lhe uma mulher. Não podemos dizer se algo na anatomia de Adão mudou por causa disso ou se o Pai já planejava fazê-lo, mas apenas estava esperando Adão desejá-lo. O fato é que o relato dá a entender que o tempo entre a origem de Adão e de Eva foi superior ao de um dia literal, logo, os demais "dias" de Gênesis 1 podem designar períodos. Vale lembrar que a Terra já existia antes do Dia 1 e que, portanto, é impossível definir a sua idade - Gênesis 1:1-2.
Com a teoria evolutiva proposta por Darwin carecendo de evidências, já que o gradualismo é impossível e os elos evolutivos nunca foram encontrados, apenas seres de diferentes complexidades e classes distribuídos camadas geológicas, como que representando saltos evolutivos, de seres complexos para subitamente, outros ainda mais complexos, formolou-se uma teoria nova, a do Equilíbrio Pontuado, mais bem aceita do que o darwinismo convencional. Acontece que tal teoria não necessariamente aponta para uma evolução dos seres vivos, pois entende que em uma camada há uma criatura primitiva completa e, na seguinte, uma criatura superior também completa, sem intermediários, logo, podemos ver nela uma representação quase que direta da Criação em 6 Dias de Gênesis 1: cada camada a conter um tipo específico de criatura designa um período específico da Criação. Com os Dias Era temos mais tempo de história geológica antes da origem do homem, um tempo que pode ser indeterminado, facilitando as explicações sobre atividades vulcânicas, divisões continentais e outros fenômenos de formação do solo e, como já dito, a formação de muitos fósseis - e, realmente creio, as mortes de criaturas inumanas não representavam imperfeição, mas apenas a renovação da vida, até porque a própria Bíblia deixa clara que a eternidade cabia só ao homem -Gênesis 3:22. Quando Deus sacrificou um animal para tecer couro para vestir Adão e Eva, tratou-se de um sacrifício, o que é diferente dos ciclos naturais de morte e vida. Vide: "equilíbrio pontuado".
Dilúvio? "Universal" ou "local"? Gênesis 6 trabalha com o Dilúvio que Deus derramou sobre o mundo. Mas isso aconteceu? Existe um consenso universal em todas as culturas de todos os tempos de que um cataclismo envolvendo água realmente varreu o mundo. Análises de desertos, como o Saara, indicam que o mesmo já fora uma floresta e, depois, estivera debaixo da água - assim como a Amazônia já fora um deserto e estivera submersa. Até as mais altas montanhas do mundo apresentam resquícios de vida marinha - Yangshuo, na China, por exemplo, possui picos de até 1,5 mil metros de altura que já estiveram inteiramente submersos, padecendo de erosão fluvial. Durante a construção do Pilar de Nelson, em Londres, Inglaterra, fósseis de animais modernos como leões e hipopótamos foram desenterrados, indicando um rápido deslocamento da Grã-Bretanha de terras equatoriais para perto do Círculo Polar Ártico, sem ter tido tempo, segundo a cronologia e filosofia evolucionista, de os seres modificarem-se - a Ilha viajou milhares de quilômetros entre a suposta origem dos hipopótamos e os dias atuais, o que é um curto espaço de tempo para um percurso tão longo, o que sugere uma força descomunal agitando os fundamentos terrestres e serve de parâmetro para a divisão continental, lembrando que é comprovado o fato de a Grã Bretanha ter se desprendido da Europa Continental por intermédio de uma grande inundação. Mas não precisamos trabalhar com muitos milhares de anos, basta-nos creditar tudo isso a uma ação diluviana, que, sem duvida, corroeu e moveu os continentes de modo assombrosamente rápido. 
Eis, então, outra explicação para a quantidade de fósseis e petróleo no subsolo -que não se formam atualmente, devido ao apodrecimento, sendo o Dilúvio essencial, por intermédio do soterramento e pressão sobre os resquícios biológicos-, tendo os maiores cemitérios de dinossauros como evidência de soterramento -lembrando da imensa quantidade de fósseis de dinossauros que demonstram sinais de afogamento-, além de florestas petrificadas inteiras terem sido engolidas por lodo, de árvores soterradas verticalmente, de modo evidentemente súbito, como aconteceu na costa da Nova Escócia, Joggins. As próprias camadas do solo dão evidência de um poderoso Dilúvio, que promoveu atividades vulcânicas e tectônicas assombrosas: a disposição perfeitamente horizontal dessas camadas -rocha sedimentar, 70% da rocha terrestre, formada na água-, em oposição aos declives do terreno erodido, demonstram que esses depósitos não ocorreram ao longo de milhões de anos, mas algo descomunal remexeu tudo e as camadas, segundo as suas densidades, assentaram-se perfeitamente, como panquecas empilhadas, no caso do Grand Canyon -não há erosão entre as camadas, logo, foram assentadas todas ao mesmo tempo. Há outros lugares onde a rocha sedimentar é vertical ou dobrada, o que indica um assentamento repentino e uma força colossal agindo. Quantidade de água? O Deus que tudo criou poderia proporcionar isso... mas, há poucos anos, grandes oceanos foram encontrados nas profundezas do subsolo terrestre, o que poderia explicar de onde vieram e para onde foram as águas diluvianas e outros estudos afirmam que as próprias rochas terrestres poderiam conter água o suficiente para encher os oceanos e além. Vide nos links: "oceanos subterrâneos"; "rios abaixo dos oceanos" e "oceanos das rochas terrestres".
*Por toda a Terra, na camada do Quartenário, ossos de animais de todos os tipos encontram-se misturados e estraçalhados, acumulando-se em fendas. Essas fendas se encontram, inclusive, em grandes altitudes, entre 45 e 100 metros de profundidade. Não há esqueletos inteiros nessas camadas, indicando que as criaturas foram depositadas já mortas e não por torrentes, mas, pela cimentação do cálcio em meio aos ossos heterogêneos, foram postas onde estão através da força da água. Há fendas ossíferas em Odessa, Mar Negro, Quitera, Peloponeso, Malta, Gibraltar e Ágata, Nebraska.
*Há distúrbios geológicos -sismológicos- no mundo todo nas camadas, níveis, cenozoicas: essas camadas contém grandes blocos de argila saibrosa entre a areia grossa, o que indica violentos movimentos ondulares de água em agitação. -> Enciclopédia de Dificuldades Bíblias, Gleason Archer.

Voltando ao passado, à partir de hoje, em 1400 d.C. cada ser humano teria ligações ancestrais com 1.072.741.824 pessoas, porém, naquele tempo, só existiam 450.000.000 milhões de seres humanos. O crescimento populacional anual da Terra está em 2%, com base nisso, apenas 1100 anos seriam necessários para, de um casal, obtermos os 7 bilhões atuais. Nem as pestes, guerras ou catástrofes naturais poderiam segurar tão grande crescimento e garantir os 7 bilhões em algumas centenas de milhares de anos de humanidade, algo absolutamente destrutivo precisa ter aniquilado a humanidade quase que inteira de uma hora para outra, juntamente com os animais, isso há uns poucos milênios. Arqueólogos atuais afirmam, por exemplo, que a Esfinge de Gizé pode ter até 12 mil anos de idade, pois apresenta profundas marcas de erosão pluvial, de um período anterior ao Deserto do Saara, quando, diz-se, nele existia uma grande floresta equatorial, derrubada pelo avançar do mar, seria, então, a Esfinge uma testemunha dos tempos pré-diluvianos? Todas as mais antigas civilizações do passado humano, retiradas de metros de pedras e terra, tiveram um fim brusco e misterioso, como Varna, a mais antiga civilização européia, dotada de razoável grau de desenvolvimento, mas destruída subitamente por volta de 4200 a.C. por, sugere-se, um vulcão e o aumento do nível do mar. O fato é que as camadas geológicas não necessariamente representam idades geológicas, pois sabe-se que as camadas de carvão no solo, onde quer que estejam, sempre nos oferecem a mesma idade, 40 mil anos, segundo o documentário "As 12 Maiores Mentiras", apresentado por Kevin Sorbo. Os métodos de datação, em si, são todos especulativos: o C14 só pode datar artefatos de até 10 mil anos; as camadas do solo não podem ser datadas por elas mesmas, são os seus fósseis que as datam, porém os fósseis que as datam são datados segundo as camadas datadas por eles (?), tratando-se de pura dedução; se for datado um fluxo de lava que acabou de ser formado, ao invés de encontrarmos idades recentes, por ser ele atual, a radiodatação alegará milhões, ou até bilhões de anos, e se duas amostras de um mesmo fluxo forem datadas é provável que, ao invés de apresentarem a mesma idade, demonstrem idades largamente diferentes, como se lê no livro 301 Provas e Profecias Surpreendentes, de Peter e Paul Lalonde. Os métodos de datação convencionais para idades longínquas são todos falhos e procuram se enquadrar nas predisposições dos cientistas.
O Dilúvio aconteceu há alguns milhares de anos e a maioria dos dinossauros morreram nesse cataclismo global, como se evidencia no fêmur de um tiranossauro onde, em 2003, fora encontrado tecido mole, ou seja, não fossilizado, indicando a recente existência da criatura -As 12 Maiores Mentiras-, lembremos que em 2005 outro osso de tiranossauro apresentou a mesma "anomalia". As próprias pegadas de dinossauro, encontradas na superfície, são evidência de sua existência recente! Diz-se, ainda, que o Campo Magnético da Terra não pode ter mais do que 20 mil anos e que, provavelmente, segundo a sua meia-vida, possui 8 mil anos; a Terra está em processo de resfriamento e, segundo se está analisando, ela não pode ter mais de 45 milhões de anos, senão estaria totalmente fria; a quantidade anual de elementos químicos despejados no mar pelos rios indica que a Terra tem, aproximadamente, 10 mil anos, pois no ritmo que se observa, mais tempo do que isso indicaria uma quantidade absurdamente maior de elementos; quantidade de sedimentos despejados nos oceanos anualmente indica que em 10 milhões de anos não restaria mais terra seca; o Planeta Terra está, lentamente, desacelerando a sua rotação e, no ritmo observado, não poderia ter mais de 1 milhão de anos, caso contrário, estaria bem mais lento ou, até mesmo, parado; a quantidade de hélio liberado na atmosfera terrestre é tal que, se a Terra tivesse muito mais do que 100 mil anos, provavelmente já teria liberado todo o seu hélio; as árvores mais antigas ainda vivas chegam a, aproximadamente, 5 mil anos, o que também pode indicar a data do Dilúvio. Esses são só alguns exemplos do livro 301 Provas e Profecias Surpreendentes, para indicar a juventude terrestre, envelhecida pelo Dilúvio.
Enquanto cidades como Varda e Çatal Huyuk apontam um cataclismo, pelo fato de terem sido varridas do mapa e soterradas - e outras, como Ur e Uruk, pouco posteriores, prosseguiram na superfície-, temos, nos Andes, Bolívia, as ruínas de Tihuanaco e Puma-Punku, datando algo entre 13 e 17 mil anos e, ainda assim, encontram-se na superfície. Como resolver a questão do Dilúvio Universal? A extinção de toda a humanidade não dependeria de um Dilúvio Universal, uma grandíssima catástrofe local já bastaria, ao ativar vulcões imensos e espalhar cinzas pelo mundo inteiro, diminuindo a temperatura global e promovendo um massiva destruição da humanidade, principalmente em grande e gélidas altitudes, como nos Andes. Mesmo assim, um Dilúvio Universal, que creio, poderia não ter engolido os elevados pontos da Cordilheira dos Andes e do Himalaia.  No final das contas, assim como a Tsunami da Indonésia, em 2004, foi suficiente para mudar o eixo da Terra -e sabemos que erupções de grandes vulcões são suficientes para alterar a temperatura global-, entendo que uma terrível catástrofe local poderia ser suficientemente poderosa para alterar o clima e a geologia mundial. Agora, se a água cobriu até Tihuanaco, podemos entender que, pelo solo rochoso e elevado, os sedimentos não permaneceram ali, mas escorreram para as terras baixas, inicialmente protegendo as estruturas imensas -com blocos de pedra com mais de 400 toneladas- e, em seguida, novamente os expondo -levemos em conta as forças eólicas da cadeia de montanhas. Desse modo, assim como as pirâmides de 11 mil anos submersas no Mar do Japão, conhecidas localmente como Huri, Tihuanaco fora preservado. Com a idéia de mudança climática, podemos, ainda, entender como se deu a Era Glacial logo após o Dilúvio -como exemplo de glaciação repentina: houve um período glacial logo após a Era Viking, pois os famosos nórdicos, ao chegarem na Groenlândia a descreveram como uma terra verdejante, não glacial como hoje se vê, e a glaciação que seguiu foi um dos fatores responsáveis pelo enfraquecimento dos escandinavos; há carcaças de mamutes que foram congelados instantaneamente na Sibéria; no Pólo Sul encontram-se imensas massas de água, ondas, que se congelaram instantânea e subitamente em movimento! A própria força do gelo, produzido subitamente no pós-dilúvio, pode ter alterado de modo dramático a geologia terrestre - lembre-se que, ainda hoje, as geleiras do Pólo Sul avançam -se movem-, anualmente, cerca de 800 metros!
·       Existem cerca de duzentas cidades submersas no Mar Mediterrâneo, supostas pirâmides submersas no mar cubano e marcas inteligentes nas rochas do leito do Oceano Atlântico, perto das Ilhas Canárias. Uma das cidades mediterrâneas submersas é Pavlopetri, na Grécia, que possui cerca de 5 mil anos de idade. Lembre-se ainda: o Mar Negro, segundo estudos, possui aproximadamente 8 mil anos e no seu leito encontram-se ruínas de cidades.

A Arca de Noé poderia acomodar todos os animais? Primeiramente entendamos que os animais se modificam e adaptam, logo, não é necessário ter todas as raças e espécies na arca, apenas as fundamentais que, por cruzamento e variações genéticas, se diversificariam posteriormente - resumimos os "milhões" em alguns milhares. Estudos afirmam que, por sua dimensões, a Arca poderia conter cerca de 120 mil animais do tamanho mediano, como uma ovelha, o que facilita a resolução do problema ao entendermos que a maioria das espécies é de porte pequeno. As dimensões bíblicas (150x25x15m) nos dão algo entorno de 40.500 m³ de volume e 40.000 m² de área somando os três pavimentos e os animais-base, juntamente com Noé e sua família, ocupariam, segundo análises, 3/4 desse espaço, sobrando algo aproximado de 10.000 m³ de espaço exclusivo para suprimentos, que seriam suficientes para os 150 dias de navegação. Outros pesquisadores concluíram o raciocínio de modo ainda mais assombroso: a Arca equivalia a, aproximadamente, 522 vagões de trem, e os animais-base ocupariam apenas 150 desses vagões, resultando em 25.000 m³ de espaço livre para suprimentos, espaço que poderia suprir cada "vagão" habitado com 1m³ de alimento diário durante os 150 dias e ainda fazer sobrar 166 m³ de mantimentos ao final do cataclismo. Outras análises afirmam que a Arca poderia suportar até 21.500 toneladas de carga e se, dessa capacidade, 5.333 forem ocupadas com a estrutura, 2.000 com água, 2.400 com grãos, 600 com feno, 4.000 com os compartimentos, 200 com as rampas, 200 com as passagens e 400 com os animais, ainda sobrariam 6.336 toneladas, mesmo que o espaço da arca fosse ocupado em sua totalidade.  Levemos em conta que os animais, em altitude, frio e sedentarismo, tendiam a comer menos e que o seu próprio esterco pode ter sido usado para produção de fogo e, até mesmo, o cultivo de mais mantimentos.
Segundo outro estudo apresentado pela Enciclopédia de Dificuldades Bíblias, Gelason Archer, a Arca, se tivesse 135 metros de comprimento, 23 de largura e 13 de altura, em forma de caixa -já que não foi construída para viajar, apenas para sobreviver-, teria um espaço equivalente ao de 2 mil vagões de gado, cada qual com capacidade de carga para 18 a 20 animais - 60 a 80 porcos ou 80 a 100 ovelhas. Segundo o mesmo livro, dos seres que poderiam entrar na Arca há, no mundo, somente 290 espécies maiores do que uma ovelha, 757 espécies de dimensões que variam entre uma ovelha e um rato e 1358 menores do que um rato. O resultado é uma grande sobra de espaço na estrutura!
*Há inúmeros relatos de avistamentos daquilo que se acredita ser a Arca de Noé e o mais convincente deles se deu exatamente na Turquia, na região do Ararat, 6300 pés acima do nível do mar e 200 milhas longe de qualquer costa. Na região há 13 antigas rochas que lembram âncoras e uma imensa estrutura de um navio encalhado, com três pavimentos –dois desmoronados-, 144 quartos identificados, uma porta, rampas, reservatórios de água e, inclusive, peças que parecem ter servido de estabilizadores. Testes mostram uma maior quantidade de carbono nessa estrutura do que fora dela e as suas medidas condizem com o relato bíblico. No local foram encontrados, ainda, pedaços de ferro, aço, titânio e alumínio, sendo o ferro encontrado de forma regular ao longo do barco, em linhas horizontais e verticais. Também há 5400 pregos dispostos em intervalos regulares. Vigas de sustentação para a estrutura podem ser vislumbradas. Nas proximidades foi encontrado um chifre fossilizado e na embarcação achou-se resquícios dos pelos de um roedor extinto, esterco petrificado e cabelos humanos de coloração ruiva. A silhueta do navio, por si só, não pode ser obra do acaso! O achado se deu em 1987 sob responsabilidade de Ronald Wyatt
Outro achado, mais recente, foi tido por arqueólogos chineses numa altitude de 4 mil metros na região do Ararat, onde encontraram uma estrutura imensa de aproximadamente 4,8 mil anos que alegaram ter “99,9%” de chances de se tratar da Arca. Os arqueólogos afirmaram a existência de muitos compartimentos. O responsável pelo achado foi Yang Ying Cing.
Ao longo do tempo, centenas de pessoas relataram avistamentos da Arca umas em andanças, outras testemunhando de aviões e outras, ainda, em expedições. Em 1883, por exemplo, ao menos 8 jornais ao redor do mundo relataram o encontro de uma grande estrutura de madeira escura no Ararate. No final, com as informações, pode-se imaginar como a Arca teria sido: posicionada 4 mil metros acima do nível do mar; vista numa encosta inclinada da montanha; madeira marrom avermelhada; ponta apodrecida e quebrada; buraco como entrada para a estrutura; grande parte enterrada no gelo; estrutura sólida e de alta qualidade; escura e em forma de retângulo. Se isso não é a Arca e se um dilúvio não a colocou lá, como alguém construiria uma imensa estrutura de madeira numa área em declive, altíssima, com ar rarefeito e distante de florestas? Alguém conseguiria fazê-lo ou procuraria viver nesse ambiente? Por que construir algo com mais de um andar se haveria espaço suficiente para construir algo mais amplo? –Fonte: Gerrit Aalten, pesquisador holandês.
Se trabalhamos com o Dilúvio Universal, entendemos que sementes ficaram nos mares, juntamente com algumas criaturas, o que ajudou a terra a se recuperar no pós-dilúvio, isso além dos 166 m³ de suprimentos, com grande quantidade de cereais, que sobraria com Noé, para voltar a cultivar o mundo com o auxílio dos animais que se espalhavam, em especial os insetos e as aves. Se entendemos que o Dilúvio foi local, compreendemos que alguns animais e plantas sobreviveram em terras distantes, facilitando a reestruturação do mundo -e diminuindo ainda mais a quantidade de animais que entrariam na Arca. Antes do Dilúvio os continentes estariam mais próximos, o que facilitaria a chegada de todos os seres por terra, depois o mundo estaria como hoje vemos e é por isso que os animais maiores se encontram nas áreas mais próximas da Ásia Menor, que possuem ligação terrestre - a América pode ter recebido grande animais pela glaciação pós-diluviana, através do Estreito de Bering, congelado ou, até mesmo, por meio de um caminho de gelo formado entre a Europa, Groenlândia e América do Norte - lembremos que, na glaciação, o nível dos mares diminuiu, logo, caminhos de terra se formaram até as ilhas mais isoladas. O próprio ser humano pode ter, pela navegação, espalhado animais pelo mundo antigo. Observação: no Oriente-Médio, próximo da Ásia Menor, onde a Arca parou no pós-dilúvio, existem, ou existiram, representantes de quase todos os tipos de animais, como tigres, ursos, leões, cavalos, carneiros, cães, lagartos, avestruzes, leopardos, hienas, gatos, porcos, sapos... como evidência de que ali desembarcaram os "animais-base", deixando seus rastros. Vale lembrar que o próprio Deus sempre esteve envolvido nesses eventos.
Isso não prejudica a história? O estudo de história, geralmente, se desenvolve em eventos e povos que começaram há uns cinco mil anos, tendo o Dilúvio por volta de 7000 anos atrás, o que não prejudica em nada as compreensões, já que teríamos mais de 1,5 mil anos de folga entre o fim do Dilúvio e o surgimento das mais primordiais civilizações, a começar com o Egito (4000 a.C, Madinat Al-Fayoum) e a Mesopotâmia e Palestina (5000 a.C, Biblos), próximos da Ásia Menor, onde a Arca parou, para, na seqüência, se estender até a Europa e seus monólitos de 5,5 mil anos, como Stonehenge, e a Ásia (2500 a.C, Mohenjo-Daro). Como já vimos, bastariam 1,5 mil anos, com tacha de crescimento de 2% ao ano, para termos 7 bilhões de pessoas, logo, esse recomeço recente, de quase 7 milênios, não implica em nada na colonização mundial, entendendo que a escrita só veio a se fazer evidente uns 2800 anos depois do Dilúvio. É tudo muito simples: havia um punhado de civilizações ocupando o mundo inteiro, um cataclismo varreu o mundo e soterrou-as e, depois dele, um novo punhado de civilizações, num espaço de um ou dois mil anos, já reocupou esse espaço (Olmecas, América Central, 2250 a.C.), são, na maioria dos casos, somente uns poucos metros de sedimentos que separam os povos de 4000 a.C, pós-diluvianos, dos de 5000 a.C, pré-diluvianos, dando a impressão, senão pela camada de terra divisória dos períodos, que existiram sequencialmente quando, na verdade, foram povos bem diferentes, uns destruídos pelo Dilúvio e outros crescendo no pós-dilúvio - e é por isso que, em algumas ocasiões, encontraram-se objetos pertencentes a outros povos e culturas bem pouco abaixo de resquícios de determinada civilização. Dentro dessa questão, vale lembrar, como se lê no livro "A História Secreta da Raça Humana", Michael A. Cremo e Richard L. Thompson, que existem resquícios de ossos e objetos humanos a desafiar as propostas convencionais de datação: crânios e esqueletos em minas de carvão, com supostas centenas de milhares de anos, objetos encontrados a quase cem metros de profundidade, com supostos milhões de anos e outros atrás de antiquíssimos fluxos de lava ou dentro de depósitos de basalto com centenas de milhões de anos, conforme comumente se supõe. Vide o link: "Arqueologia Proibida".
            Lembremos das infindáveis “lendas” sobre dragões e monstros marinhos: seriam apenas mitos, ou, na verdade, lembranças ou experiências?! Aliando os tecidos moles em ossos de dinossauro com as inúmeras histórias e gravuras antigas, creio que, mais do que mitologia, os relatos são frutos da vivência!

O homem era mais forte e inteligente? A Bíblia deixa-nos tal informação, ao relatar um Adão capaz de nomear todas as criaturas, descendentes de Caim, antes do Dilúvio, já trabalhando com metais, pastoreando gado e produzindo instrumentos musicais -Gênesis 4:20-22-, Noé construindo uma grande arca e não muito depois do Dilúvio um grande número de homens cozinhando tijolos e erguendo uma imensa torre -Gênesis 11:1-8. Mas essa capacidade intelectual e física se observa na arqueologia convencional? Na Bósnia, há uns poucos anos, foi encontrada uma imensa pirâmide com cerca de 15 mil anos, 220 metros de altura, pedras de até 23 toneladas e concreto quatro vezes mais rígido do que o nosso atual, em Tihuanaco há monólitos de cerca de 400 toneladas e em Puma-Punku, segundo vi no History Channel, há blocos com cerca de 800 toneladas, isso sem contar com lugares como Baalbek, de pouco depois de Cristo, e suas pedras de 1000 toneladas –alguns falam de 2000- ou os blocos que fundamentam o Primeiro Templo de Salomão em Jerusalém, cujo maior pesa mais de 500 toneladas. O fato é que, depois da Queda, do Pecado, o homem afastou-se de Deus e, uma vez contraíndo doenças, perdendo sua glória e habitando terras mais selvagens, começou a decair e preocupar-se mais em sobreviver do que em se desenvolver e isso, por fim, promoveu uma espécie de involução, tal mais bem observada no pós-dilúvio, tendo o homem de quatro ou cinco milênios atrás construindo coisas bem maiores do que os de três mil anos –conforme o tempo passou e colonizou o mundo, se bestializou com a necessidade de sobreviver e o ambiente selvático, readquirindo a sua velha glória principalmente com o Império Romano, tratando-se, então, de um conhecimento adquirido, não mais do conhecimento inato de que usufruía nos primórdios. *Podemos, ainda, entender que, existindo grandes répteis até pouco tempo, eles podem ter sido usados para a construção de monumentos tão magnânimos, vide Quéops, Cholula, a Pirâmide do Sol e da Lua, Sacsayuaman, a Pirâmide Branca...
Há, definitivamente, um grande punhado de evidências que concordam com toda a narrativa bíblica, partindo da geologia, paleontologia e arqueologia. Introspecto e O Cerne, outros documentos da obra, podem alicerçar melhor teu conhecimento sobre o assunto.

Natanael Castoldi

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quarta-feira, 30 de maio de 2012

Longe... longe!

De fato, estou distante do blog nos últimos tempos. Final do curso de teologia, férias, ocupações na igreja, procura de emprego, aulas de direção veicular, proximidade do vestibular... e, é claro, a confecção de um bom punhado de livros, seis no total, dois totalmente novos e outros quatro tidos pela organização de arquivos do blog. Com uma sensação de dever cumprido, acabei tirando um tempo daqui e me ocupando com outras coisas, porém, ainda assim, mantive alguma ligação com a internet e vocês podem verificar a página que criei no facebook, lá falo sobre arqueologia bíblica, teologia em geral, vida cristã... são imagens com frases curtas, que combinam com o tempo que estou vivendo. Obrigado!! Até a próxima! E, fiquem tranquilos, sem dúvida haverá uma próxima!

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Natanael Castoldi